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Filme nacional e adaptação literária japonesa chegam de mãos dadas às telonas


Foto: divulgação

 

A animação e as biografias sempre foram uma das paixões dos cinéfilos de plantão. Nas estreias dessa semana, Alita – Anjo de Combate, ultrapassa a fronteira entre imagens geradas por computador e animação live-action. Minha Fama de Mau, mostra que se tem uma coisa que os cineastas brasileiros aprenderam com o tempo, foi fazer as melhores narrações desse gênero, causando inveja em muitas produções internacionais.

O diretor, roteirista e editor James Cameron, é venerado no meio cinematográfico por seus grandes sucessos Avatar (2009), Titanic (1997) e O Exterminador do Futuro (1984). Após muitos anos sem se envolver em nenhum trabalho, Cameron volta na roteirização da adaptação do mangá japonês Alita – Anjo de Combate. Sendo uma das grandes apostas da Fox, o filme é classificado como uma verdadeira obra de arte no quesito efeitos especiais.

Hoje, a tecnologia utilizada no cinema está impressionando e rompendo muitas barreiras físicas. No longa dirigido por Robert Rodrigues, a narrativa futurística transcende nossos limites com a descrença e enche a tela com cenas de lutas de tirar o fôlego. Apesar do grande orçamento e de nomes de peso no elenco e produção, o filme não vem agradando a crítica, segundo eles, mesmo com pontos positivos, o roteiro é fraco e não proporciona a aventura que a parte gráfica sugere. Ao longo da narrativa, Cameron não surpreende e mostra ao público excessivas auto explicações em diálogos vazios entre os personagens.

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Uma ciborgue é descoberta por um cientista. Ela não tem memórias de sua criação, mas possui grande conhecimento de artes marciais. Enquanto busca informações sobre seu passado, trabalha como caçadora de recompensas e descobre um interesse amoroso.

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Quem viveu na era de ouro do rock brasileiro, provavelmente conheceu o trio ternura. Erasmo Carlos, Roberto Carlos e Waderléa foram um dos nomes mais importantes da música no país. Em Minha Fama de Mau, Erasmo Carlos se torna protagonista da biografia, algo novo, já que normalmente “O Rei”, é quem toma esse posto.

Dirigido por Lui Farias, o filme vem sendo elogiado por seu ótimo ritmo de narrativa, elenco, ambientação e figurino, algo de muita importância quando se trata deste tipo de longa. Os protagonistas, que ao invés de apenas dublar, soltaram o gogó nas músicas e deram show de interpretação.

Outro dos pilares da jovem guarda, como o famoso Tim Maia, marca presença na história, já que foi parte fundamental na formação artística do Tremendão. Assim como Bohemian Rhapsody, Minha Fama de Mau vem na onda de biografias bem-humoradas, onde não são abordados a fundo a psique nem grandes dilemas dos personagens, mas sim, sua trajetória e pontos altos da carreira.

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Lutando para sobreviver e se virando com pequenos trabalhos, o jovem Erasmo Carlos (Chay Suede) alimenta uma paixão: o rock and roll. Fã de Elvis Presley, Bill Halley & The Comets e Chuck Berry, ele aprende a tocar violão e passa a perseguir a ideia de viver da música. Misturando talento e um pouco de sorte, ele conquista a admiração do apresentador de TV Carlos Imperial (Bruno de Luca), um cara influente no meio artístico, e através dele conhece o cantor Roberto Carlos (Gabriel Leone), com quem começa a compor diversas canções. A parceria dá muito certo e o sucesso logo chega, transformando para sempre a vida de Erasmo.

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