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Terror e releitura de personagem clássico estreiam neste feriadão


Foto: divulgação

 

O cinema se tornou mais democrático faz alguns anos, visto que hoje a internet facilitou o acesso de diversas classes e faixa etárias. Por essas razões, o público  assiste a vários filmes diferentes, e muitas das vezes um estilo, gênero ou subgênero acabam,  se tornando repetitivos. Nesta semana de estreias, tanto a adaptação literária Cinderela do Pop, quanto o terror A Maldição da Freira, vem de gêneros saturados e previsíveis, no entanto, chegam com a intenção de inovar e faturar nas bilheterias.

A autora Paula Pimenta, conhecida na literatura brasileira por contar histórias teen sem cair nos clichês, é líder de venda entre os jovens, por isso, não é de hoje que seus trabalhos se tornam filmes de sucesso. A adaptação da vez é Cinderela do Pop, estrelado pela queridinha do SBT, Maisa Silva.

Sabendo de suas limitações e da exaustão dos espectadores em relação às histórias de princesas, a direção de Bruno Garotti, é agradável e dá o tom da narrativa despretensiosa com mais acertos do que erros. A guerra entre madrastas e enteadas vem de longa data, e como consequência, é retratada em inúmeros filmes. Indo na contramão, o longa tenta não abordar os conflitos de forma desagradável ou perversa, mas sim, leve. As atuações, mesmo com atores bastante conhecidos, prometem surpresas nos papeis coadjuvantes. O casal principal parece meio preso e sem muita química em cena, mas conseguem dar conta do recado.

Leia a sinopse

Cintia Dorella (Maisa Silva) é uma adolescente que descobre uma traição no casamento dos pais. Descrente no amor, ela vai morar na casa da tia e passa a trabalhar como DJ, se tornando a Cinderela Pop. Mas ela não esperava que um príncipe encantado pudesse fazê-la se apaixonar.

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Filmes de found footage não se tornaram um subgênero famoso à toa, mas sim, em razão do mega sucesso nas telonas de “A Bruxa de Blair”. Depois de alguns anos, com tantos fracassos e péssimas produções a notoriedade e confiança no subgênero acabaram.

A Maldição da Freira, tenta de forma pouco original recontar uma história pouco conhecida e talvez, com um pouco mais de criatividade, tivesse sido bem sucedida. Em seu quadro de atores, nenhum merece destaque. Um dos únicos traços apontados com “autênticos”, segundo a crítica, é a técnica de filmagem,  que simula a estética de documentários dos anos 60, mantendo o aspecto de quadro 4:3 no lugar da usual proporção 16:9.

Os “asilos de Madalena”, conhecidos na Irlanda por serem assustadores, rendem ótimas cenas, mas a partir de certo ponto, ainda que com toques interessantes do roteiro, as tentativas e trapaças da direção se entregam e mostram que não passam de uma reprodução de velhos elementos já explorados ao extremo, em filmes de terror.

Leia a Sinopse

No outono de 1960, os padres Thomas Riley (Lalor Roddy) e John Thornton (Ciaran Flynn) são enviados pelo Vaticano para investigar um evento milagroso em um lar irlandês para mulheres órfãs, grávidas solteiras ou com distúrbios mentais. Lá eles encontram uma adolescente grávida com sinais de possessão demoníaca e acabam descobrindo algo terrível.

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