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TETO vai construir moradias de emergência na Favorita

Voluntários vão concentrar esforços para erguer as casas em três dias. Foto:divulgação

 

Nas comunidades mais carentes do Estado do Paraná, é fácil encontrar residências que não oferecem condições básicas para uma vida minimamente digna. É por isso que neste feriadão, a vida de 23 famílias paranaenses vai mudar. Elas foram escolhidas para receber moradias de emergência da organização internacional TETO, que atua para garantir o direito à moradia nas favelas mais precárias e invisíveis do país, por meio de programas sociais que geram soluções concretas de melhorias das condições de moradia e habitat.

Na sexta-feira (12), sábado (13) e domingo (14), mais de 300 voluntários da organização irão levantar, com as próprias mãos, casas nas comunidades Parolin (Curitiba) e na ocupação irregular conhecida como Favorita (Araucária), beneficiando famílias que lutam diariamente por uma vida mais digna. As moradias substituem as casas que já existiam no local, trazendo uma solução emergencial de alívio imediato às famílias que estão atualmente em situação de precariedade.

Para chegar aos beneficiados, a TETO promoveu diversas ações especiais, que vão de entrevistas com os interessados até a análise dos terrenos que irão receber as moradias. “São meses de estudos para chegarmos até as famílias que serão beneficiadas em cada construção da TETO. Procuramos entender muito bem a vulnerabilidade das famílias e de suas moradias. No final, as mais necessitadas são contempladas pelo projeto. Mas é lógico que exigimos o engajamento total dos moradores nas reuniões e, até mesmo, nos dias da construção, tudo para que eles saibam que são realmente os donos das casas”, comenta Raphael Gonzaga.

Todo o investimento nesse trabalho é feito a partir de valores arrecadados em ações especiais da organização e, principalmente, por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas. Ou seja, o TETO é um caso digno de pessoas ajudando pessoas. Temos muito orgulho disso”, completa Lucas Kogut, diretor geral da TETO Paraná.

Ao todo, já foram erguidas 68 casas emergenciais nas duas comunidades. Na Favorita, a organização também viabilizou, junto aos moradores, um mutirão de limpeza após várias enchentes ocorridas no local.

Texto: Maurenn Bernardo com Assessoria

Publicado na edição 1134 – 11/10/18

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6 comments

  1. Se for em area legalizada a iniciativa é louvável e extremamente importante, se for em área invadida então passa a ser crime igual, alem de fomentar outras pessoas a fazerem mesma coisa.

  2. É mas espero que seja num terreno nao invadido,nao num banhado ou proximo ou em cima de corrego,porque se for dai é desrespeito com o trabalhador que nessas memas condiçoes nao pode construir.

  3. Os caras estão fazendo um trabalho voluntário para ajudar o próximo, debaixo de frio e chuva e vem dois bonitões aí, do conforto das cobertas, escrever besteira…

    Aposto que não levantam do sofá pra ajudar a mulher a lavar a louça, mas querem dar palpite nas ações dos outros…

    Clap Clap Clap

    • anonimo 3 nao sabe interpretar texto, que pena,coisa de 13 anosde pt.
      Vamos desenhar,se nao forem respeitadas as questoes acima é crime ambiental,assim como é crime trabalhar plantando maconha ou fazendo mal aos outros para ganhar o seu sustento.Isso me lembra o huck do caldeirao querendo fazer uma no cachimba

      • Ah beleza, então deixa as pessoas na chuva e no tempo sem um teto para obedecer a “lei”…

        A mesma “lei” que permite que um cara atropele e mate uma pessoa e responda em liberdade…

        Tá “serto”… Depois eu que não sei interpretar texto…

        • La de onde eles vieram deveriam ter começado a solicitação.Aqui podem conseguir muita coisa sim,entrando na fila da cohab e respeitando as regras.A vida é assim a gente planta pra depois colher e tambem é assim o governo realmente nao da nada ele faz uma troca ou parceria.Fica dificil se eles nao plantaram nada la,nao impossivel mas bem mais dificl e demorado.

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