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É preso um dos suspeitos da morte de adolescente no Thomaz Coelho

 

À esquerda na foto “Mãozinha”, que já foi preso, e à direita o foragido Edenilson

 

Na manhã do dia 1º de novembro foi preso Henrique Sebastião da Silva, conhecido como “Mãozinha”, suspeito pela morte de João Vitor do Couto Mota, 17 anos. O homicídio aconteceu na madrugada de 8 de outubro, na rua Emilio Voss, no bairro Thomaz Coelho.

O acusado foi preso a partir do cumprimento de um mandado de busca e apreensão e prisão preventiva enquanto estava em casa, localizada no mesmo bairro em que residia a vítima.

De acordo informações repassadas pela Delegacia de Polícia Civil de Araucária, que está investigando o caso, dois rapazes que vestiam camisetas da torcida organizada do time Coritiba, a Império, chegaram em frente a casa de João Vitor rendendo todos que estavam no local. Os bandidos teriam o arrastado para a rua e lá ordenado que o menor ajoelhasse. Foi quando atiraram cerca de três vezes contra ele e fugiram fazendo mais ameaças, visto que o alvo era, na verdade, o irmão da vítima. João Vitor era estudante do Sesi e trabalhava como menor aprendiz.

Com as investigações, a polícia conseguiu chegar a Henrique e também a Edenilson de Souza, o outro suspeito de ter cometido o homicídio a sangue frio. Este segue foragido e, segundo informações, pode estar no Rio de Janeiro. Em desfavor de Edenilson também já existe mandado em aberto.

João Vitor tinha 17 anos e nenhuma passagem pela polícia

Ainda, informações apontam para uma rixa por ponto de tráfico de drogas no Thomaz Coelho, o que pode ter levado à morte equivocada da vítima. “O Fernando ‘Paraguai’, que já está preso, estaria comandando o tráfico na região e o irmão de João Vitor, o verdadeiro alvo do homicídio, seria amigo dele. Já o outro grupo que estaria tentando comandar o ponto teria como integrantes Edenilson e Henrique”, informou a DP, comentando ainda que o processo segue em investigação.

Henrique não apresentou nenhum comportamento de resistência à prisão e na delegacia negou ter participado do crime e conhecer os envolvidos.

 

Fotos: divulgação

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