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GAECO prende cinco policiais civis de Araucária

urgente


Foi deflagrada na manhã desta quarta-feira, 15 de fevereiro,  a Operação NFL, que culminou com o cumprimento de seis mandados de prisão preventiva determinados pela Vara Criminal de Araucária. Entre os presos estão cinco policiais civis e uma pessoa que agia como se fosse policial, “trabalhando” na delegacia da cidade – mesmo não sendo agente público. A ação é coordenada pelo Ministério Público do Paraná, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Em paralelo à Operação, foi apresentada pelo MP-PR denúncia criminal em face de todos os envolvidos, contemplando os crimes de associação criminosa, peculato, concussão e corrupção passiva.

Fatos

Conforme apurado pelo Gaeco, o pseudo policial agia usurpando função pública em combinação e com o aval dos policiais. Ele fazia levantamentos em residências onde havia suspeita de alguma prática criminosa e em certos casos negociava valores para que, já na delegacia, os policiais aliviassem a situação da pessoa envolvida. Além disso, agindo como se fosse agente público, cobrava dinheiro em nome da Polícia Civil para um suposto calendário.

Em um caso destacado na ação penal, dois policiais exigiram dinheiro para alterar a situação de uma pessoa detida – em vez de tráfico de drogas, classificariam a comunicação oficial à Justiça como uso de entorpecente. Chegaram, inclusive, a devolver uma pequena porção de droga ao detido. Em outra situação, houve uma negociação em que foram pedidos R$ 40 mil, um veículo e um relógio para deixar de anotar que a pessoa presa tinha outro envolvimento em outro crime, em que figuraria com nome distinto, o que poderia piorar a situação dela perante o Judiciário. Em outro fato citado na denúncia houve exigência de R$ 50 mil de suspeitos de homicídio para não solicitar prisão cautelar à justiça.

NFL são as iniciais dos nomes de alguns dos envolvidos no caso. Além do combate à criminalidade organizada, o Gaeco é o braço do MP-PR que atua no controle externo da atividade policial.

Mais informações você confere na edição impressa do jornal O Popular desta quinta-feira, 16 de fevereiro.

Texto: Assessoria MPPR com Redação

Sobre Waldiclei Barboza

Waldiclei Barboza
Waldiclei Barboza é jornalista da editoria de Política de O Popular do Paraná desde 2005. De vez em sempre, publica neste espaço notas a respeito do dia a dia da política local. Às sextas, escreve tem uma Coluna na edição impressa do jornal

13 comentários

  1. Não dá pra divulgar os nomes deles?

  2. Absurdo ridículo não divulgam porque são ” policiais” se fossem ladrão de ” galinha” estavam com as caras estampadas nos jornais!!!!

  3. A população que paga o salário desses Vagabundos tem o direito de saber os nomes identificação deles!!!

  4. Deveria divulgar os nomes sim.
    Já não chega bandidos na prefeitura na gestão passada e esse ano bandido na própria delegacia?

  5. Esse tal falso policial não seria um ex cc da prefeitura? Gordinho ele né?

  6. Continouou no vaco operação que na informa os nomes pra mim ouve corporativismo….
    Vai acabar em pizza

  7. Que absurdo! Por isso que matam, vendem drogas, vão para a cadeia e logo estão na rua, por saberem que não dá nada a eles, aí a criminalidade só aumenta mesmo… que lixos, ainda não podem divulgar nomes, haaa taa.

  8. POis é… Todo mundo sabe de servidor da prefeitura que prestava serviço na delegacia… Será que não tá no meio do rolo?

  9. Demorou !!… Afinal, servir e proteger a quem?

  10. Esses policias principalmente o fioravante não e A primeira vez.

  11. muito triste.confiamos e dependemos da polícia. se realmente são culpados devem pagar sim.fica minha torcida pra que tudo seja esclarecido, culpados ou inocentes

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