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Júri condena assassino a doze anos de prisão após seis anos

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Tchelão foi morto com requintes de crueldade

Tchelão foi morto com requintes de crueldade

O Tribunal do Júri da Vara Criminal de Araucária condenou na tarde de quarta-feira, 17 de dezembro, Joanilson Cardoso, mais conhecido como Pequeno, a 12 anos de pena pelo assassinato de Marcelo de Oliveira Pedroso, mais conhecido como Tchelão. O crime ocorreu em abril de 2009 na rua Faisão, no jardim Arvoredo, em uma área de ocupação irregular.

Joanilson foi condenado a 12 anos em regime fechado, no entanto, vai responder pelo crime em liberdade porque já estava preso há seis anos.

Relembre o caso

“Pequeno” matou o próprio comparsa e foi condenado

“Pequeno” matou o próprio comparsa e foi condenado

Com pancadas na cabeça, Marcelo de Oliveira Pedroso, na época com 20 anos, foi encontrado morto na manhã do dia 6 de abril de 2009, no jardim Arvoredo. Mesmo ferida, a vítima tentou fugir, mas se enroscou numa cerca de arame farpado e tombou numa valeta de esgoto, onde o assassino terminou de matá-lo.

O crime aconteceu de madrugada, mas o cadáver só foi localizado por volta de 7h do dia seguinte, na rua Faisão, jardim Arvoredo. Marcelo estava na casa do assassino, quando teria se desentendido com ele. Foi espancado e correu por cerca de 300 metros. Como estava escuro, não deve ter visto a cerca de arame e caiu na valeta, onde o matador terminou o serviço, dando pauladas e pedradas na cabeça dele. Os golpes foram tão brutais que houve afundamento no crânio e exposição de massa encefálica.

Ao lado do corpo a polícia encontrou um galho grosso de árvore que teria sido usado para matá-lo. Na casa do suspeito do homicídio foram recolhidas uma calça de moletom branca e azul e uma blusa de moletom branca e rosa com pele sintética no capuz, manchadas de sangue.

Pequeno foi preso poucos dias depois do crime, na cidade de Inácio Martins, interior do Paraná e confessou ter esfaqueado, em 5 de abril de 2009, Genivaldo Roberto Nunes Cassol, e matado Marcelo de Oliveira Pedroso, que tinha participado do primeiro crime.

Conforme levantado pela polícia, na manhã do dia do crime, Joanilson foi até a casa de Genivaldo, acompanhado de Marcelo, para cobrar uma dívida de R$ 3 mil referente à venda de um Monza. Como não houve acordo, Joanilson desferiu duas facadas em Genivaldo.

Texto: Maurenn Bernardo / Fotos: Marco Charneski

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