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Polícia já tem suspeitos de homicídio no último domingo no Fonte Nova


ATUALIZADA EM 10/05/2019

 

A vítima foi encontrada com um corte profundo no pescoço. Foto: João Frigerio

 

A Delegacia de Polícia Civil de Araucária já trabalha com algumas hipóteses sobre a autoria do assassinato de Naliel Batista dos Santos, 56 anos, morto na madrugada do último domingo, 5 de maio, na Avenida Brasil, bairro Iguaçu. A principal linha de investigação é a de que um desentendimento entre a vítima e algumas das pessoas que residiam com ele no imóvel pode ter se desdobrado no homicídio. Até o momento, porém, nenhum suspeito está preso.

Entenda o caso

O homicídio muito possivelmente aconteceu durante à noite de sábado (4) ou madrugada de domingo (5). A Polícia Militar, porém, só foi acionada por volta das 11h desta segunda data. No local, eles encontraram a vítima, que inicialmente foi identificada pelo apelido de “Zé Ramalho” no sofá da sala e com um corte profundo na região do pescoço.

Após algumas diligências, os policiais ficaram sabendo que na casa morariam quatro pessoas. A vítima seria o proprietário e teria locado quartos do imóvel para três homens. Um desses inquilinos, inclusive, relatou aos PMs que na noite anterior todos os quatro estavam no imóvel conversando e ingerindo bebidas alcoólicas. Por volta das 2 da madrugada, a pessoa que fez o relato aos policiais foi dormir e Naliel teria continuado na sala com outros dois inquilinos. Na manhã seguinte, por volta das 7h, ele acordou e encontrou o dono da residência morto no sofá.

Sem saber o que fazer, esse inquilino foi até o quarto e acordou outro morador da casa. Meio atordoados, eles saíram pela rua e caminharam até a primeira esquina. Lá, o rapaz que ele havia acordado disse que precisaria ir trabalhar e pediu para que ele socorresse Naliel.

Ainda sem saber o que fazer, o inquilino que encontrou o corpo foi até um bar que fica na Avenida Archelau de Almeida Torres, onde estava outro dos rapazes que alugavam quartos na casa de Naliel. Mesmo relatando que o locatário estava morto, esse terceiro sujeito permaneceu no boteco.

Após isso, o locador que achou a vítima morta voltou à residência e pediu ajuda a uma vizinha. Ambos ligaram para a PM, que chegou rapidamente ao local, isolou a cena do crime e acionou a Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML). e linha de investigação, ainda ninguém foi preso.

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