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Entidade que tocará o HMA existe desde 1959


Vencedora do processo seletivo para administração do Hospital Municipal de Araucária (HMA), o Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH) foi constituído em 1.959. Apesar de ter mais de meio século de vida, ela é pouco conhecida no Paraná, onde administra apenas uma unidade, o Pronto Atendimento Adulto e Infantil de Ponta Grossa.

Pelo Brasil, além da UPA de Ponta Grossa, o INDSH administra quatro hospitais públicos: três no Pará e um no Mato Grosso. O Instituto ainda é o proprietário do Hospital e Maternidade Dr. Eugênio Gomes de Carvalho, instalado em Minas Gerais.

Com sede em São Paulo, a entidade é presidida atualmente pelo administrador de empresas José Carlos Rizoli. Ele, inclusive, já havia comandado a Pró-Saúde, que era a responsável pelo comando do HMA até julho deste ano. Ao que se sabe, Rizoli deixou a Pró-Saúde há cerca de oito anos por discordar do ideário que vinha sendo adotado pela associação.

Em Araucária, o contrato de gestão firmado com a Prefeitura na quinta-feira, 6 de novembro, tem período de duração de trinta meses e prevê repasses mensais de R$ 2.990.000,00. O acordo tem uma série de metas que terão que ser cumpridas pelo INDSH, como realização de exames, cirurgias e outros tipos de atendimento.

Conforme explicou Rizoli, no ato da assinatura do contrato, a partir desta semana uma equipe do Instituto, composta de quatro pessoas, estará no HMA para iniciar o processo de transição. Esse grupo será o responsável, principalmente, por tomar pé de como o Hospital será recebido da atual administradora. “Vamos fazer um inventário completo dos equipamentos e da estrutura, até para sabermos o que estamos recebendo, já que – a partir de então, seremos nós os responsáveis por esse material”, explicou.

Ainda segundo a assessoria jurídica do INDSH, nessa fase de transição entre a atual e a nova administradora, a Prefeitura não irá repassar nenhum valor ao Instituto. “Queremos concluir essa etapa o quanto antes para que o Instituto possa entrar definitivamente no Hospital e começar a trabalhar”, explicou o advogado Josenir Teixeira.

Texto: Waldiclei Barboza

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