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PR ligando Araucária a Fazenda Rio Grande pode sair do papel


 

Uma antiga obra do chamado corredor metropolitano e que deve dar novo impulso ao desenvolvimento econômico de Araucária pode finalmente sair do papel. Trata-se da continuação da PR-423, ligando Araucária a Fazenda Rio Grande.

Hoje, a PR-423 liga Campo Largo a Araucária, com seu trecho final quase na entrada da CSN, no bairro Tindiquera. Nos últimos dias, a Coordenação da Região Metropolitana (Comec) retomou as tratativas para revisão do trecho sul do corredor metropolitano. O projeto original da via é de 2012. Desde então ele recebeu algumas sugestões de alterações, que agora serão reavaliadas num processo de revisão e atualização da proposta. O projeto prevê que a PR seja continuada em 9,4km, ligando a BR-476, em Araucária, a BR-116, em Fazenda Rio Grande (veja traçado no mapa).

De acordo com a Comec, o projeto já recebeu sinal positivo do governador Ratinho Junior (PSD) e deve ser finalizado ainda neste semestre. O presidente da Comec Gilson Santos, inclusive, esteve reunido com o diretor geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), João Alfredo Zampieri, debatendo as etapas do processo de revisão. “É um projeto que se concretizado trará importantes avanços para a região, fazendo com que grande parte do tráfego, que hoje precisa ir até o Contorno Sul de Curitiba, possa ser feito diretamente entre Araucária e Fazenda Rio Grande, e que, graças ao Governador Ratinho Jr., poderá finalmente sair do papel”, destacou o Gilson.

Pela metade

Ainda conforme a Comec, atualmente a conexão entre os municípios é feita pelo Contorno Sul de Curitiba, o que além de trazer transtornos com o afunilamento do tráfego na região e o trânsito pesado próximo a áreas urbanas, torna a viagem muito mais longa, chegando a quase 18km de extensão partindo dos pontos onde o novo trecho será implementado. “Esta é uma região de cruzamento de três importantes rodovias a BR-376 a BR-476 e a BR-116, além de integrar o anel viário de Curitiba. É um trecho saturado e bastante problemático”, finalizou Gilson.

Texto: Waldiclei Barboza

Publicado na edição 1161 – 02/05/2019

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