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Reajuste dos servidores custará R$ 20 milhões ao ano à Prefeitura


Foto: arquivo

 

A Câmara de Vereadores aprovou em segunda votação na última terça-feira, 25 de maio, o projeto de lei de iniciativa do prefeito Hissam Hussein Dehaini (PPS) que concede aos servidores públicos municipais um reajuste salarial de 5,07%.

Sancionada por Hissam já na tarde de terça-feira, a lei aplicando a reposição já foi publicada no Diário Oficial do Município desta quarta-feira (26). Com isso, o salário de todos os servidores efetivos e comissionados da Prefeitura e da Câmara, bem como de todos os aposentados e pensionistas mantidos pelo Fundo Municipal de Previdência de Araucária (FPMA) já vem um pouco mais encorpado neste mês de junho.

O reajuste aplicado é o acumulado da inflação nos últimos doze meses, isso considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). É o terceiro ano consecutivo da gestão Hissam que os servidores têm garantido a reposição da inflação anual. Em 2017 a concessão foi de 3,4%. Em 2018 outros 1,76%. Com isso, o acumulado até aqui supera os 10%.

A aprovação do reajuste acontece na mesma semana em que parte do funcionalismo estadual inicia uma greve justamente porque o Governo do Estado dá sinais de que não será possível conceder nenhum tipo de reposição salarial aos seus servidores em razão do impacto que isto causaria nas finanças públicas do Paraná.

Em Araucária, o reajuste deve acrescer algo em torno de R$ 1,4 milhão ao custo mensal da folha de pagamento somente da Prefeitura. Anualmente, esse acréscimo chegaria a quase R$ 20 milhões, quando considerado 13º salário e terço de férias.

Auxílio-alimentação

Além da confirmação do reajuste, Hissam também confirmou recentemente o aumento do valor mensal pago aos servidores a título de auxílio-alimentação. Atualmente, cada funcionário recebe R$ 450 e, a partir da contratação da nova empresa que administrará o cartão-alimentação, o valor subirá para R$ 520 mensais.

Mensalmente, a Prefeitura gasta R$ 2,1 milhões com o benefício. Anualmente, o custo é de R$ 25,3 milhões. Quando implantado o novo valor o custo mensal chegará à casa dos R$ 2,5 milhões e, por ano, R$ 29,2 milhões.

Texto: Waldiclei Barboza

Publicado na edição 1169 – 27/06/2019

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