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Colégios estaduais de Araucária recebem nova cota do Fundo Rotativo

Entre os colégios de Araucária, Szymanski ficou com a maior cota

O Governo do Estado repassou no início desta semana mais uma cota do programa Fundo Rotativo para todos os colégios estaduais do Paraná. Os valores já estão disponíveis nas contas das instituições desde segunda-feira, 3 de abril.
Conforme informações da Secretaria de Estado da Educação (SEED), os valores liberados esta semana podem ser utilizados para cobrir despesas de consumo, como com aquisição de materiais de expediente, itens esportivos, gás e lâmpadas, entre outros materiais da rotina escolar.
Em Araucária, foram beneficiados todos os dezessete colégios mantidos pelo Estado. O valor repassado a cada uma varia conforme o número de alunos matriculados em cada instituição e a modalidade de ensino ofertada. Por exemplo, o colégio que recebeu o menor valor foi o Guajuvira (R$ 1.191,00) e quem ficou com a maior fatia no Município foi o Júlio Szymanski (R$ 9.499,00). Para todo o Paraná, o governador Beto Richa (PSDB) autorizou transferências da ordem de R$ 4 milhões.


Segunda parcela
Os valores transferidos esta semana são referentes a segunda das quatorze parcelas que as mais de duas mil escolas da rede estadual devem receber ao longo deste ano. Conforme a SEED, destas dez serão para despesas de consumo e as outras quatro de serviço.
As primeiras parcelas do Fundo foram depositadas em fevereiro, somando R$ 8 milhões – R$ 4 milhões para consumo (materiais de limpeza, expediente, gás, lâmpadas) e os outros R$ 4 milhões de cota serviço, para execução de pequenos reparos, como limpeza da caixa de água, instalação elétrica e hidráulica, entre outros serviços emergenciais. Na tabela ao lado, você confere quanto cada colégio de Araucária recebeu a título de Fundo Rotativo este ano.
O chefe da Coordenadoria de Apoio Financeiro à Rede Escolar (CAF), Manoel José Vicente, explica que a aplicação dos recursos do Fundo Rotativo é feita com a aprovação e o acompanhamento de toda a comunidade escolar. “Isso dá agilidade à rotina escolar e evita que uma impressora fique parada por falta de papel ou a porta não feche porque falta arrumar uma maçaneta. São coisas simples do dia a dia, mas que precisam de solução rápida”, ressalta Manoel Vicente. Para receber o dinheiro, as escolas precisam estar com as prestações de conta em dia.
Texto: Waldiclei Barboza / Foto: Everson Santos

 

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