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Araucária é considerada cidade não infestada pelo mosquito da dengue

As ações de prevenção contra a dengue na cidade tem dado resultados. Foto: divulgação

 

Apesar de a Secretaria de Estado da Saúde ter divulgado esta semana, números preocupantes com relação aos casos de dengue, Araucária segue na contramão das estatísticas. No Estado, entre importados e autóctones, foram registrados 536 casos de dengue (na última semana eram 391). As notificações, por seu lado, aumentaram 17%, de 9.777 para 11.475 casos suspeitos. Dois municípios paranaenses entraram em alerta de epidemia de dengue na última semana epidemiológica – Itambé e Moreira Sales, que se somam a Uraí e Lupionópolis, ambos em situação de epidemia.

Araucária, no entanto, só recebeu quatro notificações de casos suspeitos neste ano de 2019, três ainda estão em investigação, aguardando o resultado de exames laboratoriais. Segundo a Vigilância Epidemiológica, apenas um caso foi confirmado para dengue, que teve como local de infecção o estado de São Paulo. Por esses dados, Araucária é considerado município não infestado pelo mosquito Aedes aegypti.

A Secretaria de Estado da Saúde afirma que a população tem um papel importantíssimo no combate à doença, pois o ciclo de transmissão só vai ser interrompido se cada um fizer sua parte, cuidando de todo tipo de água parada nos quintais e dentro das casas, por menores que sejam. Alerta ainda que o ciclo de transmissão deve se prolongar até maio, e o atual regime de chuvas complica bastante a situação, exigindo atenção redobrada.

Cuidados essenciais

A população deve limpar os quintais todas as semanas, para evitar acúmulo de lixo que possa juntar água. Vasos de plantas também podem conter ovos ou larvas de mosquitos. Os criadouros estão em qualquer acúmulo de água parada, por menor que seja; até em tampinhas de garrafa. Mas são encontrados com maior frequência em lixo, como resíduos plásticos, espalhados pelas ruas. É preciso atuar ativamente mantendo quintais limpos, sem acúmulo de lixo, pneus, garrafas, por exemplo; calhas, marquises e ralos.

Os pratos das plantas podem ser completados com areia grossa até as bordas ou ser lavados com água, bucha e sabão todas as semanas, para eliminar ovos do mosquito. Locais de armazenamento de água devem ser mantidos com tampas.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1152 – 28/02/2019

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