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Chuvas causam estragos e preocupam moradores


Casas alagadas e ruas inundadas assustaram a comunidade

Casas alagadas e ruas inundadas assustaram a comunidade


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A comunidade rural de Arau­cária ainda estava se recuperando das fortes chuvas que a atingiram dia 26 de dezembro quando o tempo mudou novamente na tarde da última segunda-feira, 11 de janeiro, causando novos estragos. “Eu já moro aqui na região há 26 anos e nunca vi chover tanto nessa época. Agora teve casa alagada, abriram valetas e vários deslizamentos estão acontecendo. Sem contar que as ruas estão inundadas e o ônibus nem conseguiu passar por aqui na segunda”, conta a senhora Irene Sluga Baedeski, moradora da região de Guajuvira de Baixo.

Segundo André Marques, subprefeito da comunidade, a situação ficou realmente complicada em Guajuvira, Tietê e na Colônia Cristina. “Teve muitos problemas envolvendo as estradas, muros que caíram e fiquei sabendo até de uma casa que foi levada pela chuva”, conta. No entanto, ele afirma que a principal preocupação dos moradores é em relação ao nível do Rio Iguaçu, que está bem alto e continua subindo.

Para Adriane Primon Czaikowski, que trabalha em uma empresa tradicional ao lado da ponte, o caso deixa todos os funcionários em estado de alerta. “Minha sogra conta que já aconteceu uma grande enchente aqui em 1983 e a água entrou um metro dentro do nosso mercado, então estamos com medo de que isso possa acontecer novamente”, pontua.

Várias estradas foram atingidas em Guajuvira, Tietê e Colônia Cristina

Várias estradas foram atingidas em Guajuvira, Tietê e Colônia Cristina

De acordo com o secretário de obras públicas Fábio Alceu, o pior problema é que não há serviços de prevenção para situações assim. “O volume de chuvas é bem maior do que o previsto e não temos como lutar contra o clima”, lamenta.

No entanto, ele garante que todo o possível está sendo rea­lizado para consertar os estragos. “Infelizmente é um trabalho muito ingrato, pois estamos atuando na região desde setembro, e outra chuva vem e danifica o que já foi feito”, afirma. “Mesmo assim, disponibilizamos várias equipes da área urbana para auxiliar a região neste momento e, se o tempo colaborar daqui pra frente, acredito que em 15 dias já conseguiremos colocar tudo em dia”, finaliza.

Texto: Raquel Derevecki / FOTOS: DIVULGAÇÃO

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