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Contra todas as formas de exploração e preconceito!

Nós, do SIFAR, não apoiamos nenhum candidato, temos autonomia em relação a partidos políticos e independência total do estado e do patrão. Mas lutaremos com toda nossa garra e força para manter os direitos dos trabalhadores e combateremos aqueles falsários que tentam iludir os trabalhadores para adotar a mesma política de retirada de direitos e piorar, ainda mais, nossas condições de vida, trabalho e organização.

Os ataques racistas contra uma mulher, trabalhadora e negra, feito em Araucária, nos remetem ao horror da escravidão, que torturou, matou e impôs o trabalho forçado a milhares de africanos escravizados. Além disso, pichações com símbolos nazistas demonstra que existem ignorantes que defendem abertamente um regime político que confinou judeus, negros, homossexuais, comunistas em campos de concentração para morrer de fome, sede ou nas câmaras de gás.

E é neste momento que colocam um outdoor homenageando um pré-candidato a presidência que espalha um discurso machista, homofóbico, racista e de incitação a violência, assim como os grupos que picharam o símbolo de Hitler ou os que perseguiram a trabalhadora. Mas não para por aí, este tipo de candidato não apenas destila ódio contra minorias, mas também defende o fim dos direitos dos trabalhadores, como as férias, 13º salário, etc. Além de afirmar que atacará nosso direito à aposentadoria, caso eleito. E, o que é gravíssimo, trata os movimentos sociais e sindicais como “caso de polícia”, criminalizando a nossa luta.

A política que esse senhor representa tornaria, na prática, ilegal uma greve como a das professoras infantis de Araucária. Perseguiria a livre manifestação e organização dos trabalhadores. Por isso, achamos que devemos saber quem busca o poder político do Estado, não podemos esquecer que os direitos democráticos são uma conquista importantíssima da qual não podemos abrir mão.

A classe trabalhadora vive, hoje, um momento de defensiva. Os patrões, junto com seus representantes no Estado (tanto no municipal, estadual quanto nacional), vem atacando os direitos dos trabalhadores, achatando salário, aumentando o desemprego, precarizando o acesso a serviços básicos de saúde e educação. Além disso, cresce também, discursos de ódio, preconceito e intolerância, em Araucária não tem sido diferente. Nossa resposta deve ser a ampliação de nossa organização e da luta, defendendo nossos direitos, liberdades democráticas e de organização.

 

 

Publicado na edição 1114 – 24/05/2018

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