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Escape room e Uma aventura LEGO 2 chegam para animar o fim de suas férias


Foto: divulgação

 

Com o descanso chegando ao fim para muita gente, os cinemas voltam a atenção para públicos mais adultos, mas sem exagerar. Escape Room, e o aguardado, Uma Aventura LEGO 2 estreiam nesta semana visando o entretenimento sem apelação, e com muita diversão.

Hoje o LEGO se tornou uma febre, isso é indiscutível, mesmo que em 2014 muitos não acreditassem no projeto, Uma Aventura LEGO, foi um sucesso de crítica e de público, e após algumas novas tentativas bem sucedidas, a sequência era inevitável.

Contando com um alto orçamento, a Warner Animation investiu pesado na nova aventura de Emmet e sua turma. Os gênios por trás do roteiro e direção são a dupla imbatível do primeiro longa, Chris Miller e Phil Lord. O filme começa imediatamente após o fim do anterior, e mesmo que contando uma nova história os anos de produção não são justificados em tela, já que nenhuma grande novidade gráfica foi incluída.

Ainda assim, o público mais jovem não se atentará as pequenas falhas no roteiro, no entanto, caso o espectador não tenha assistido seu antecessor, poderá não conseguir acompanhar a narrativa. Uma Aventura LEGO 2 é divertido  e um bom filme, porém, decepciona quando comparado ao primeiro.

Leia a sinopse

Cinco anos após os eventos do primeiro filme, a batalha contra inimigos alienígenas faz com que a cidade Lego torne-se Apocalipsópolis, em um futuro distópico onde nada mais é incrível. Neste contexto, Emmet constrói uma casa para que possa viver ao lado de Lucy, mas ela ainda o considera ingênuo demais. Quando um novo ataque captura não apenas Lucy, mas também Batman, Astronauta, UniKitty e o pirata, levando-os ao sistema planetário de Manar, cabe a Emmet construir uma espaçonave e partir em seu encalço. No caminho ele encontra Rex Perigoso, um navegante solitário que decide ajudá-lo em sua jornada.

Nos anos 2000, um subgênero do terror denominado splatter films, ficou bastante popular, filmes como Jogos Mortais (2004) impulsionaram a produção em massa dos mesmos. Escape Room, apesar de se espelhar no clássico, foge do gore e da apelação presentes nos demais, fazendo com que a classificação indicativa atinja novos públicos.

Veja o trailer

Os jogos de escape room vêm ganhando cada vez mais adeptos, e com essa premissa, o longa de Adam Robitel, ganha notoriedade e publicidade gratuita. As primeiras críticas o comparam a uma boa mistura de Cubo e Jogos Mortais, mas seu diferencial é a diversão, já que a premissa não consegue ser sustentada até o final.

Com o objetivo claro de se tornar uma série/franquia, Escape Room perde a mão e acaba errando ao tentar esticar a narrativa, sendo que sua originalidade cresce na simplicidade de unir seis pessoas diferentes em uma missão. O filme conquistou a classificação  indicativa de 14 anos, o que promete renovar o público do thriller.

Leia a sinopse

Passando por momentos complicados em suas respectivas vidas, seis estranhos acabam sendo misteriosamente convidados para um experimento inusitado: trancados em uma imersiva sala enigmática cheia de armadilhas, eles ganharão um milhão de dólares caso consigam sair. Mas quando percebem que os perigos são mais letais do que imaginavam, precisam agir rápido para desvendar as pistas que lhes são dadas.

Veja o trailer 

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