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Gestantes de Araucária poderão optar pelo tipo de parto

A Secretaria Municipal de Saúde estuda a implantação de um novo protocolo de procedimentos, que poderá assegurar às mulheres grávidas o direito de optar pela cesariana como método de parto. O sistema ainda está em fase de discussão, mas segundo o secretário da pasta, Carlos Alberto de Andrade, a previsão é de que comece a valer nos próximos 30 dias. “O objetivo desse novo sistema é proporcionar a devida orientação técnica para as pacientes, esclarecendo os riscos e benefícios de cada parto. Para serem incluídas nesse protocolo, as gestantes não poderão abandonar o acompanhamento pré-natal”, explicou o secretário.

Para iniciar os estudos em torno da implantação desse novo protocolo, a Secretaria de Saúde participou recentemente de uma reunião no auditório do Núcleo de Educação Permanente e Eventos em Saúde (NEPES), onde solicitou à Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia um parecer técnico para que as gestantes do município possam escolher entre a realização do parto cesariano e o parto normal. “Solicitamos esse parecer para atender a vontade das gestantes, de realizar a cesariana, bem como, adotar critérios que respeitem as particularidades do município, mantendo a ética do serviço médico, a segurança dos pacientes e o acesso a todas as informações e exames”, esclareceu o secretário.

Durante a reunião o secretário aproveitou para abrir a discussão da possibilidade de implantação de um projeto de atenção intersecretarias voltado para as gestantes usuárias dos serviços municipais, garantindo toda linha de cuidado para atendimento integral a todas as necessidades, orientações, acompanhamento e atendimento para a realização de um parto saudável e seguro. O projeto prevê uma parceira entre as secretarias de Assistência Social, Educação e Trabalho, visando a atenção às gestantes em situação de vulnerabilidade social e econômica, oferecendo também a possibilidade de serviços continuados de proteção básica às suas famílias, com a finalidade de realizar ações de valorização à mulher e à criança. O projeto prevê ainda a humanização da assistência ao pré–natal, parto e nascimento, através de orientações às gestantes e familiares.

Texto: Maurenn Bernardo

Foto: divulgação

Publicado na edição 1186 – 24/10/2019

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