Compartilhe esta notícia

Considerada culpado pelo Tribunal do Júri de Araucária pelo assassinato da amiga e professora Angelita Mordizim Ribas, com pena de reclusão em regime fechado de 13 anos e sete meses, Fátima da Silva Severino foi presa pela Guarda Municipal de Araucária na manhã de terça-feira, 4 de fevereiro. A equipe recebeu a denúncia de que a mulher, procurada pela justiça, estava na região central da cidade. Rapidamente a viatura se deslocou até o endereço repassado e encontrou Fátima. Ele foi detida por força de um mandado de prisão expedido pela Vara Criminal de Araucária, com validade até 25 de outubro de 2033, pelos crimes de homicídio, destruição, subtração ou ocultação de cadáver.

O Jornal O Popular não teve acesso aos motivos pelos quais Fátima estava solta, visto que no dia no julgamento ela saiu presa do Tribunal. Detida nesta terça-feira, ela foi encaminhada à Delegacia de Araucária para as providências cabíveis e posterior transferência a uma unidade prisional, onde terá que cumprir a pena que lhe foi imputada.

Relembre o crime

O crime aconteceu na residência de Fátima, na rua João Polak, no bairro Costeira, em 16 de agosto de 2011, quando ela matou a facadas a amiga e professora Angelita. Na época ela confessou que o motivo do assassinato teria sido uma briga devido a uma dívida de carro. Também teria afirmado que foi ameaçada de morte por Angelita e que, ao receber um tapa da amiga, se irritou e a matou com vários golpes de faca.

Ao perceber o que havia feito, Fátima tentou esconder o corpo da vítima no quintal da casa onde morava, em um buraco onde enterrava o lixo. Os vizinhos perceberam algo de estranho e chamaram a polícia. Fátima então contou como tudo havia acontecido e disse que foram cinco minutos de burrice.

Publicado na edição 1198 – 06/02/2020

Compartilhe esta notícia
Fechar anúncio