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GM’s acusados pela morte de Roni Fabricio devem ir a júri popular


Roni foi morto a tiros em abril de 2015. Foto: Marco Charbneski

 

No fim da semana passada, o Tribunal de Justiça julgou o recurso do Ministério Público, após sentença de impronúncia no caso da morte de Roni Fabricio da Silva.

O MP e o advogado Gustavo Alberine Pereira, que é o assistente de acusação contratado pelos familiares de Roni, recorreram da decisão no início deste ano. A sentença havia absolvido os guardas municipais Jair Jerri da Silva e Cleverson Plath de Oliveira Silva, envolvidos no caso.
Para relembrar a situação, em 15 de abril de 2015, Roni passou por um local de assalto, no Tayrá, e presenciou a fuga dos bandidos. Ele saiu em perseguição aos ladrões e acabou envolvendo-se em uma troca de tiros entre os assaltantes e os guardas.

“A dor de perder alguém da família é enorme, mas essa dor acompanhada de injustiça é imensurável. Ainda choramos pelo meu irmão, mas hoje passou a ser o choro apenas de saudade e gratidão, porque temos a certeza de que independente de tudo, Deus sempre esteve conosco e jamais nos abandonou. O Ministério Público, através do Dr. Josilmar, e o Dr. Alberine, que assim como nós, buscam pela mesma justiça, não se calaram ou se desanimaram no primeiro ‘não’ que foi nos dado”, disse uma familiar.

Ela mencionou ainda que perderam Roni de uma maneira que nunca aceitarão. “Não há mentira que não seja descoberta. Agora, com a decisão unânime pelo Tribunal de Justiça do Paraná, os envolvidos irão a júri sim”, enfatizou.

De acordo com o advogado Alberine, o júri popular de Jair e Cleverson deve ser marcado em breve.

Publicado na edição 1132 – 27/09/18

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