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Não ao retrocesso


No dia 05 de dezembro, terça-feira, os professores e educadores unificaram a luta por uma educação de qualidade. Pela manhã realizaram um ato em protesto pela falta de atenção do governo com as pautas dos profissionais da educação e contra a reforma da previdência. Fizeram uma tentativa de audiência com o Prefeito e não foram recebidos. Uma vez que Hissam, tem adotado a política de fugir do debate, tal como fez Olizandro.

À tarde se dirigiram ao local onde tem ocorrido as reuniões do Conselho Municipal de Educação, próximo à Câmara de Vereadores, para se posicionar contra o pedido da Smed de aumentar o número de crianças nas turmas do Cmei. A proposta da Secretaria, é que nas turmas de 4 a 5 anos, sejam atendidas 20 crianças e que nos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental, 25 estudantes e no 3º ano, 30 estudantes por turma.

A proposta não conta com o apoio dos pais e dos trabalhadores da educação que compõem o CME. Por não ter havido nenhum avanço na melhoria das condições de trabalho e de infra-estrutura dos Cmeis, ampliação do número de profissionais, regulamentação do cargo das educadoras e ampliação da hora-atividade (tempo de preparo das atividades) é indefensável que se inchem as salas, que em muitos casos, não possui sequer a metragem adequada.

O Conselho Municipal de Educação decidiu por protelar a decisão da proposta até a próxima reunião plenária. Quando a proposta volta pra pauta. Nesse momento torcemos para que os Conselheiros Municipais de Educação que receberam mandato, quer seja eleito ou indicado pelo Prefeito, exerçam suas funções normativa, deliberativa, consultiva e de controle social com responsabilidade e levem em consideração a preocupação dos trabalhadores e da sociedade civil quanto às condições da oferta nas unidades educacionais e se posicionem sempre a favor pela oferta da educação pública de qualidade em todos os níveis e pelo atendimento por profi ssionais que merecem ser valorizados pela grandiosidade da atividade que exercem.

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