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Ninguém escapa. Nem nós.


Quem é assinante e recebe em casa, ou compra nos pontos de venda, toda terça e toda sexta bem cedinho seu exemplar do Jornal O Popular já se acostumou a acompanhar o que acontece em nossa cidade. Muito provavelmente é uma pessoa antenada e bem informada, que se importa com aquilo que é notícia em Araucária.

Ou seja, se importa com o comportamento dos políticos, da segurança, com as empresas da cidade. Sabe o que está acontecendo em sua vizinhança, o que o pessoal da igreja do bairro está promovendo. Do mesmo modo, já deve ter visto os feitos de algum amigo que pratica alguma atividade esportiva estampado em nossas páginas.

Como informação é poder, é quase certeza que o leitor de O Popular seja aquela pessoa da família responsável por contar as boas novas, de ajudar a formar a opinião do amigo e assim por diante. Afinal, quem lê este periódico sempre tem assunto e sabe explicar o que significa esta ou aquela atitude de determinado político e suas consequências. Sabe dizer se vai ser bom ou ruim uma grande empresa se instalar na cidade. Informa quando vai ter aquela festa ou evento esportivo.

Mas o que nem todos nossos leitores sabem é a “engenharia” que é a produção de O Popular. Ainda mais em uma cidade do tamanho de Araucária, com características de cidade grande que convivem com características de cidade pequena. A equipe que acompanha as notícias na rua, nossos jornalistas e fotógrafos, o pessoal de apoio, os profissionais que “encaixam” as notícias dentro do espaço limitado de páginas de cada edição. Há ainda a equipe responsável pelo departamento comercial, que vendem assinaturas e espaços publicitários, o pessoal do setor administrativo e, por fim, a equipe responsável por levar os exemplares até a casa do leitor.

Até pela natureza urgente dos acontecimentos, a pressão por terminar o trabalho dentro do prazo para mandar o material para a gráfica faz com que ninguém fique parado. É muito rápido e absolutamente necessário que tudo seja apurado, conferido e fique preciso. Afinal, falamos da vida das pessoas e das coisas que vão afetá-las. É uma grande, desafiadora e, pra falar a verdade, viciante responsabilidade.
Mesmo assim, vez ou outra alguma coisa escapa. Foi o caso da nossa capa da edição anterior, que saiu com um erro de digitação em uma das chamadinhas. O legal é que, nestas situações dá para medir o quanto nossos leitores se importam e nosso trabalho tem grande relevância. Alguns deram puxões de orelha, outros, mais tranquilos, tiraram sarro. Mas muita gente percebeu.

Essa repercussão, ainda que sobre um erro, reforça nosso compromisso em dar o nosso melhor. Para levar até você informação de qualidade com equilíbrio e a independência que você está acostumado e merece. Pense nisso e boa leitura.

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