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A qualidade de vida das pessoas, de modo geral, no que se refere a doenças tem aumentando na mesma medida em que aumentam os recursos tecnológicos da medicina. Casos como o da gripe espanhola, ocorrido em 1919, que atingiu o mundo todo e matou mais de 30 milhões de pessoas em poucos meses, tem poucas chances de acontecer novamente. Prova disso foi a gripe suína, detectada em 2009 que, apesar de gravidade similar à espanhola, não chegou a matar nove mil pessoas em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os mecanismos de detecção, produção de vacinas e tratamento disponíveis atualmente fizeram toda a diferença.

Da mesma forma tem acontecido com as outras doenças, entre elas, o câncer. Existem vários tipos, alguns mais leves e outros muito agressivos. Muitos deles têm tratamento efetivo que chega a acabar com cem por cento das células doentes. De qualquer forma, para todos os casos uma coisa é certa. Quanto mais cedo for feito diagnósticado mais chances o paciente vai ter de cura.

Por isso essas campanhas de conscientização, como Outubro Rosa, de prevenção contra o câncer da mama, são tão importantes. Além de ter mais chances de sucesso, o tratamento dessas doenças graves são muito mais baratos nas fases iniciais do que nos estágios mais avançados. Os governos conseguem tratar mais pessoas nas fases iniciais com os mesmos recursos. Isso sem contar com a qualidade de vida. Os tratamentos iniciais são mais simples, menos dolorosos e afetam menos o dia a dia. É importante que as pessoas cultivem esse sentimento da necessidade dos exames preventivos e, acima de tudo, se lembrar de que não é só com os outros que as coisas ruins podem acontecer. Pense nisso e boa leitura.
 

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