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Polícia de Araucária desvenda crime e prende envolvidos na morte do sócio da Protect


A Polícia Civil de Araucária prendeu, na tarde desta sexta-feira, 5 de maio, dois suspeitos pela morte de Célio Roberto Soares de Campos, sócio proprietário da empresa de segurança Protect, ocorrida em 14 de março de 2019. na rua Julia Tereza Bini, no Centro. Após mais de um ano de investigações, ouvindo testemunhas, analisando imagens de câmeras de segurança e colhendo outras provas, a Polícia Civil descobriu que o responsável pela morte de Celio seria seu sócio que, juntamente com outro indivíduo, arquitetaram a morte do empresário, inclusive maquiando o local do crime, dando a entender que ele teria sido vítima de um assalto.

A equipe de investigadores, comandada pelo delegado Tiago Wladyka, depois das diligências, representou pela prisão dos indivíduos e, na tarde desta sexta-feira, conseguiu prender ambos. Segundo o delegado, inicialmente, para investigar a morte de Célio, foi instaurado inquérito policial no intuito de investigar um latrocínio (roubo seguido de morte). Contudo, após ouvir testemunhas e analisar outras provas, chegou-se à conclusão de que houve uma execução, onde o sócio de Célio seria o mandante de sua morte.

De acordo com testemunhas, Célio teria descoberto que seu sócio estaria desviando dinheiro da empresa, além de utilizar a conta para finalidades pessoais, não condizentes com a manutenção da empresa. No dia do crime, a vítima marcou uma reunião com seu sócio, visando desfazer a sociedade em razão dos desvios. Neste dia, por volta das 20h30, quando ambos estavam reunidos, um segundo suspeito passou na frente da empresa, tirou fotos e pediu para um motorista de aplicativo deixá-lo algumas quadras do local. Após cerca de 10 minutos, esse indivíduo retornou, entrou na empresa de segurança e executou Célio com um tiro na nuca, enquanto este estava reunido com seu sócio.

O sócio chegou a ser preso na data do crime, e afirmou para os policiais que o indivíduo entrou para assaltar a empresa de segurança. Após Célio reagir, o suspeito o suposto assaltante o matou e fugiu do local, roubando um celular.

O delegado Wladyka e o investigador Wolney, que estiveram no local do crime, desconfiaram da versão dada pelo sócio e, após ouvirem testemunhas, verificaram que a versão era inverídica. Após investigações, foi decretada a prisão temporária de ambos os suspeitos. O inquérito policial segue com as prisões e tem prazo de 30 dias para conclusão. Os dois suspeitos seguem presos na Delegacia de Polícia de Araucária.

Foto: divulgação

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