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Sempre de olho


Fazer o que é certo quando todo mundo está olhando é fácil. Como vivemos em sociedade, com regras estabelecidas e quase todos querem viver sua vida em paz, sem conflito com outras pessoas, muito menos com as leis, ter a imagem de pessoa cumpridora de suas obrigações é algo bastante desejável.

Mas e quando ninguém está olhando? Nessa hora cada um tem que se entender apenas com sua consciência. E nessa hora a natureza, real e crua de cada um, aflora em sua plenitude. Aí começam a aparecer às besteiras e até barbaridades das quais a natureza humana é capaz.

Cuidar do meio ambiente deveria ser a obrigação de cada pessoa que vive neste planeta. Estando à vista ou escondida em uma rua sem movimento. Mas o interesse pessoal parece que sempre falar mais alto. Na página 32 desta edição trazemos a reportagem sobre uma ação da fiscalização do setor ambiental da Prefeitura onde uma área está virando um aterro irregular. E o pior é que o proprietário já havia sido multado justamente pelo mesmo crime. A rua fica num canto da cidade onde quase ninguém passa, na divisa com Curitiba.

Comportamento semelhante se repete em muitos outros lugares do Município, mas a fiscalização não consegue ficar em cima de todos. A falta de respeito é tanta que, em muitos casos, assim que as autoridades saem, a pessoa continua como se nada tivesse acontecido.

Mas não tem outra maneira. Para manter a ordem o ser humano precisa de polícia o tempo todo senão descamba e o caos se instala em instantes. E se já vivemos dias tensos como as coisas estão, imagine sem controle. Pense nisso e boa leitura.

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