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Suspeito pela morte do empresário Célio é solto por Habeas Corpus


Everton Gonçalves, 33 anos, considerado o principal suspeito pela morte do empresário Célio Roberto Soares de Campos, sócio proprietário da empresa de segurança Protect, ocorrido em 14 de março de 2019, foi solto na sexta-feira, 2 de julho, após conseguir um Habeas Corpus. A juíza Simone Cherem Fabrício de Melo, do Tribunal de Justiça do Paraná, justificou o deferimento do pedido de HC feito pela defesa de Everton, alegando que o crime do qual ele é acusado já foi praticado há mais de um ano, e que não há fatos novos no caso, que justifiquem a sua prisão.

Na segunda-feira, dia 6, o Ministério Público de Araucária ofereceu denúncia contra Everton, alegando que ele armou uma emboscada para o sócio Célio e o atraiu até a empresa, para uma possível reunião. No despacho, o MP reitera que a vítima teria descoberto que o sócio estava lhe “passando a perna” na empresa, e já teria manifestado interesse em desfazer a sociedade. A juíza substituta da Vara Criminal de Araucária, Helênika Valente de Souza Pinto, acatou a denúncia oferecida pelo Ministério Público e estipulou um prazo de 10 dias para que Everton possa apresentar sua defesa.

Publicado na edição 1220 – 09/07/2020

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