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Tarifa do TRIAR vai custar R$2,40



O que muitos consideravam meio impossível em todo o Brasil está acontecendo em Araucária: reduzir o valor da passagem de ônibus que passará a custar a partir da semana que vem praticamente a metade do que se paga para andar de busão em Curitiba.

A passagem, que em 2017, era R$ 4,25 caiu para R$ 2,90 no final daquele ano. Em abril de 2019, o valor foi reduzido novamente, agora para R$ 2,65 e, a partir da próxima segunda-feira, 11 de novembro, passa a ser de R$ 2,40 em todas as linhas do sistema TRIAR e também nos dois terminais mantidos pelo Município, o Central e o Angélica.

A redução foi anunciada nesta quarta-feira, 6 de novembro, pelo prefeito Hissam Hussein Dehaini (Cidadania). O decreto autorizando a queda de 25 centavos será veiculado no Diário Oficial do Município nesta quinta-feira (7) e, segundo ele, é mais um passo para, no futuro, implantar a tarifa zero no transporte coletivo municipal. “Todos esses benefícios são fruto de um trabalho sério, sem corrupção e focado em devolver ao cidadão os recursos públicos que a Prefeitura recebe. Não fizemos mágica, fizemos gestão e não roubamos. Simples assim”, afirmou.

A nova diminuição no valor da passagem custará aos cofres municipais até o final deste ano algo em torno de R$ 355 mil, sendo que o orçamento da Secretaria Municipal de Planejamento (SMPL) dispõe de recursos suficientes para suportar a despesa extra. A pasta também já previu em suas despesas para o ano que vem valores suficientes para subsidiar eventual diferença entre o que for arrecadado com passagens e o que precisar ser pago a título de manutenção do sistema.

Com a passagem caindo para R$ 2,40, andar de ônibus em Araucária custará praticamente metade do que custa em Curitiba, onde a tarifa é de R$ 4,50. A redução não afeta, segundo a Secretaria de Planejamento, a integração com as linhas metropolitanas. Da mesma forma, benefícios como a tarifa domingueira, a isenção para estudantes de escolas públicas, gratuidade para pais e mães com alunos matriculados nos Cmeis, isenção para alunos que cursam oficinas culturais e aqueles em situação de vulnerabilidade social, a integração temporal, entre outros, seguem valendo.

Texto: Waldiclei Barboza

Foto: Marco Charneski

Publicado na edição 1188 – 07/11/2019

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